quinta-feira, 27 de novembro de 2014
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quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Campo Grande agoniza e pede socorro
Jornalista
José
Tolentino Filho
Editor
do Jornal da Cidade Online
É
extremamente lamentável o que a irresponsabilidade e ganância de
meia dúzia de políticos, descompromissados com a democracia e
ávidos em faturar dinheiro ilícito, fez com Campo
Grande.
Entregaram a cidade nas mãos de um moleque, insano e inconsequente, desprovido de qualquer espírito público, insensível, imaturo e sem qualquer noção de administração, um sujeito absolutamente incapaz.
Um vídeo veiculado nas redes sociais, que flagrou uma conversa desse rapaz, ora investido no cargo de prefeito da Capital do MS, com uma professora, dá a exata demonstração do tipo de caráter, da falta de preparo intelectual e da pequenez deste cidadão.
Na conversa, o mequetrefe fala em alto e bom som, que os vereadores aprovaram a lei que aumenta o salário dos professores para “ferrar o Bernal”. Na sequência, após vociferar outras baboseiras, diz que entrou na Justiça, contra o aumento dos professores, para provar que tem força.
Ou seja, numa conversa, detonou os poderes Legislativo e Judiciário. Um absurdo!
O triste é que, de fato, atestou um fato notório, que os atuais vereadores tiveram a nítida pretensão de apenas prejudicar Bernal e, por outro lado, com relação ao Judiciário, aduz claramente que conseguiu sucesso em ação judicial porque tem “força”. Assim, de acordo com o falastrão, na Justiça de MS, ganha quem tem “força”.
Algo, que parece que realmente é verdade, pois este mesmo Judiciário não se manifesta com relação ao golpe político perpetrado em Campo Grande.
Em contrapartida, a administração segue caótica, carreada de funcionários comissionados, indicados pelos vereadores.
A economia, verificada na gestão do prefeito eleito em 2012, foi para o ralo, mais de seiscentos milhões de reais. O IPTU, congelado pelo prefeito eleito em 2012, agora aumentou o dobro da inflação. A passagem de ônibus, que, num feito elogiável, diminuiu na gestão do prefeito eleito em 2012, voltou a subir, passando de R$ 2,70 para R$ 3,00.
As ruas estão esburacadas, os professores em greve e as obras paralisadas.
Este é o retrato da gestão de um prefeito imposto, através de um golpe, por um grupo político derrotado nas eleições democráticas.
Um sujeito imoral, falso, traiçoeiro e ímprobo, que para se manter no cargo entregou a prefeitura nas mãos de vereadores sem qualquer consciência de civilidade, sem qualquer amor a Campo Grande e que pensam, tão somente, em ganhar dinheiro, as custas do sofrimento da população.
A cidade agoniza e pede socorro!
Entregaram a cidade nas mãos de um moleque, insano e inconsequente, desprovido de qualquer espírito público, insensível, imaturo e sem qualquer noção de administração, um sujeito absolutamente incapaz.
Um vídeo veiculado nas redes sociais, que flagrou uma conversa desse rapaz, ora investido no cargo de prefeito da Capital do MS, com uma professora, dá a exata demonstração do tipo de caráter, da falta de preparo intelectual e da pequenez deste cidadão.
Na conversa, o mequetrefe fala em alto e bom som, que os vereadores aprovaram a lei que aumenta o salário dos professores para “ferrar o Bernal”. Na sequência, após vociferar outras baboseiras, diz que entrou na Justiça, contra o aumento dos professores, para provar que tem força.
Ou seja, numa conversa, detonou os poderes Legislativo e Judiciário. Um absurdo!
O triste é que, de fato, atestou um fato notório, que os atuais vereadores tiveram a nítida pretensão de apenas prejudicar Bernal e, por outro lado, com relação ao Judiciário, aduz claramente que conseguiu sucesso em ação judicial porque tem “força”. Assim, de acordo com o falastrão, na Justiça de MS, ganha quem tem “força”.
Algo, que parece que realmente é verdade, pois este mesmo Judiciário não se manifesta com relação ao golpe político perpetrado em Campo Grande.
Em contrapartida, a administração segue caótica, carreada de funcionários comissionados, indicados pelos vereadores.
A economia, verificada na gestão do prefeito eleito em 2012, foi para o ralo, mais de seiscentos milhões de reais. O IPTU, congelado pelo prefeito eleito em 2012, agora aumentou o dobro da inflação. A passagem de ônibus, que, num feito elogiável, diminuiu na gestão do prefeito eleito em 2012, voltou a subir, passando de R$ 2,70 para R$ 3,00.
As ruas estão esburacadas, os professores em greve e as obras paralisadas.
Este é o retrato da gestão de um prefeito imposto, através de um golpe, por um grupo político derrotado nas eleições democráticas.
Um sujeito imoral, falso, traiçoeiro e ímprobo, que para se manter no cargo entregou a prefeitura nas mãos de vereadores sem qualquer consciência de civilidade, sem qualquer amor a Campo Grande e que pensam, tão somente, em ganhar dinheiro, as custas do sofrimento da população.
A cidade agoniza e pede socorro!
Videos: Educafro ameaça cortar bolsas se não houver coleta de assinaturas para a reforma política proposta pelo PT
Estudantes reagem às ameaças de Frei David, da Educafro,
de cortar bolsas se não coletarem assinaturas
para a reforma política proposta pelo PT
No dia 11 de novembro, Felipe Moura Brasil mostrou em seu blog o curioso caso da ONG Educafro (Educação e Cidadania de Afro-descendentes e Carentes), cujo diretor executivo, Frei David Santos, ameaça com multas de R$ 300, e perda da bolsa universitária parcial ou integral os estudantes negros e pobres que não coletarem assinaturas em prol da reforma política do PT.
Diante
da intimidação financeira e psicológica para fins de coletar as
assinaturas, o Felipe questiona se era isso mesmo que a presidente
Dilma e militantes do naipe de Frei David chamavam de projeto de
“iniciativa popular”. Dizia o autor: “Não terá sido coletada
assim boa parte das 8 milhões de assinaturas que Dilma alega ter
recebido em suposta petição de ‘movimentos sociais’ para
encaminhar a reforma política?”
Em
“resposta” a Educafro publicou uma nota de auto-exaltação e
ataques baratos com o subtítulo “A Revista VEJA fez uma abordagem
incompleta”, o que de fato o autor não nega e responde dando razão
a Frei David. Haviam sido dibvulgados apenas os e-mails com suas
ameaças aos estudantes. Faltavam os vídeos!
Para
completar o serviço foram separados, em dois, o material recebido de
uma bolsista inconformada, como outros vários que escreveram ao
blog. No primeiro vídeo, mais singelo, Frei David explica o
procedimento de coleta necessário para renovação do benefício,
diz que aumentou de uma para 5 folhas a quantidade exigida de cada
estudante e, prevendo as reclamações de que seria muito trabalho,
manda na lata: “toma vergonha na cara!”, (quem reage assim) “é
preguiçoso e merece cortar a bolsa!”. Assista:
Um
doce, não? Se aqueles
que criticam o comportamento bovino dos
que votam na Dilma, leva processo do PT. Se Frei David chama os
negros de preguiçosos por não trabalharem para o PT, está tudo
bem, é claro.
Uma
estudante negra pede a palavra e reage às ameaças do diretor,
perguntando como é que ela vai perder a bolsa se não está no
contrato com a Educafro a coleta das assinaturas. Sua pergunta
corajosa, decerto entalada na garganta de parte da plateia, é
seguida de aplausos e gritos de apoio que aumentam de volume conforme
os igualmente inconformados se sentem mais à vontade para endossar o
coro.
E
o que faz Frei David? Em comportamento típico de um militante
petista, assume por um momento o papel de vítima e diz que – ui!
ui! ui! – levou “duas facadas”, coitadinho: a pergunta e os
aplausos. Puro jogo de cena para então voltar suas baterias contra a
estudante negra: “Sua postura revelou que você não é nada
cidadã!”, grita ele. Para Frei David, como se vê, é prova de
falta de cidadania questionar o seu autoritarismo. E ainda pergunta:
“Alguns de vocês teve [sic] a coragem de aplaudir?”, ao que uma
estudante por trás da camêra debocha de longe: “Siiiiiiiiiiiiim!”
Em seguida, o diretor dá um tragicômico ataque histérico
anticapitalista que só vendo mesmo para acreditar:
“Estamos
aqui não para viver e vencer egoisticamente”…
É
mesmo um altruísta este Frei David: como qualquer petista, ele quer
apenas o bem daqueles que ele intimida, ameaça e cala.
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
Olarte pode fazer a Capital perder os Ceinfs que estão em construção e reforma
![]() |
| Ceinf Bairro Zé Pereira. Foto: Dirceu Martins. |
Não
se sabe bem quais são as prioridades do prefeito da Capital, Gilmar
Olarte, mas seguramente educação não é. Em função de haver
falido Campo Grande sem haver feito uma única obra relevante, alega
não ter verbas e mantém construções de Ceinfs paradas
O
prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP) trabalhou intensamente
para a aprovação do IPTU em 18%, aceitou os 12,58% conquistados
pela base aliada responsável pela sua elevação ao cargo de
prefeito, muito acima do índice de 6,62% que deveria corrigir os
valores dos imóveis. Também aprovou, graças aos vereadores,
aumento do reajuste do preço do transporte coletivo urbano de R$
2,70 para R$ 3,00 sem a contrapartida de melhoria da qualidade dos
serviços.
Sem
qualquer obra em execução ou projeto, e ainda com várias obras
paradas além de outras questionáveis, como o Centro Municipal
Pediátrico, feito à revelia da Lei que exige a aprovação do
Conselho Municipal de Saúde, Olarte alega que os cofres públicos
estão esvaziados, ainda que não preste contas à população, e
tendo a conivência de sua base de apoio na Câmara de Vereadores.
Ao
prefeito, que tem feito constantes viagens à Brasília na tentativa
de conquistar o comando do Partido para si, ou para seu secretário e
um dos mais próximos auxiliares, Cesar Afonso, talvez falte tempo
para cobrar de seus secretários, muitos deles ex-auxiliares do
governo Nelson Trad Filho (PMDB) – reprovado nas urnas por duas
vezes: quando da eleição de Alcides Bernal para a prefeitura e pela
terceira posição conseguida pelo ex-prefeito em sua pretensão de
conquistar o Governo do Estado –, ou indicações dos vereadores
que cassaram Bernal, para buscar recursos necessários, por exemplo,
para cumprir a Lei que exige o pagamento da última parcela de 8,46%
de reajuste dos professores.
Riscos
A
prefeitura de Campo Grande foi notificada pelo coordenador geral de
implementação e monitoramento de projetos Educacionais do
Ministério da Educação, Fábio Lúcio de Almeida Cardoso, sobre
sete obras que estão há mais de 45 dias sem atualização/inserção
de vistoria, que podem ocasionar o bloqueio dos recursos ou de
“futuros repasses financeiros ou cancelamento do Termo de
Compromisso/Convênio”, além de duas obras que se encontram
paralisadas de extrema importância para a comunidade”.
As
notificações para obras que há mais de 45 estão sem
atualização/inserção de vistoria foram emitidas em 3 de novembro
para a obra (23267), Jardim Inápolis; 4 de novembro para as obras
(23266) Popular, (26276) João Nepomuceno; 9 de novembro, as obras
(23264) Jardim Moema, (23269) Zé Pereira, e (23270) Jardim Anache; e
no dia 10 de novembro para a obra (18933) Jardim Noroeste. Algumas
dessas obras são relativas à construção de novos Ceinfs, outras
são reformas ou ampliações.
Além
dessas, duas outras obras sob a responsabilidade do governo Estadual
se encontram paradas e foram notificadas em 31 de outubro para a obra
(31132) da E.E. Profa. Fausta Garcia Bueno e, em 4 de novembro para a
obra (23395) 701056/11 da E.E. Profa. Alice Nunes Zampiere de
ampliação e reforma.
Estivemos
nas obras do Ceinf do Bairro Zé Pereira, e pudemos constatar o
estado de abandono do pátio de obras, onde apenas um funcionário da
empresa contratada fazia a guarda do local.
Mudanças?
Na
sexta-feira (14), Kátia Maria Morais de Castilho, foi exonerada da
Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação
(Seintrha) e, para seu posto, foi convocado o secretário municipal
de Administração e braço direito de Olarte, Valtemir Brito (Caco).
Kátia teria solicitado sua exoneração em função de não estar
confortável em administrar uma pasta de obras sem verbas.
Motivos
Talvez
já tenha passado o momento do atual prefeito apresentar as contas da
Prefeitura da Capital. Em recente entrevista, questionado sobre as
condições em que entregou a prefeitura, o ex-prefeito Alcides
Bernal garantiu: “Nós
deixamos mais de R$ 600 milhões em caixa, mais de R$ 700 milhões
contratados com o governo Federal, deixamos salários pagos em dia,
sempre pagamos no primeiro dia do mês. Tínhamos saúde financeira.
Eram cerca de 400 comissionados. Demos aumento para os
administrativos, algo em torno de 18%. O que ele fez? Colocou R$ 12
milhões mensais de comissionados, R$ 18 milhões em contratados. Tem
gente que recebe e não trabalha, sequer frequenta. A Câmara
Municipal tem conhecimento, é publicado em Diário Oficial.”
Justiças
Resta
saber qual tipo de justiça será aplicada aos desmandos
administrativos de Gilmar Olarte. A Câmara de Vereadores,
responsável direta por sua nomeação, parece não pretender cumprir
sua função de fiscalização; a Justiça, propriamente dita,
prefere entender que o reajuste aos professores não deve ser pago
pelo fato de a Prefeitura não ter condições financeiras de arcar
com estes custos, sem em nenhum momento questionar os motivos que
levaram à bancarrota do erário.
Olarte
disse ainda nesta sexta-feira, durante reunião na Câmara dos
Vereadores, que antes de fazer nomeações ele fez a exoneração do
quadro de servidores, portanto não houve aumento substancial na
folha de pagamentos. Não
se entende os motivos para contratar
servidores “com reconhecida competência em administração
pública” se não há o que administrar, conforme ficou comprovado
com a Seintrha.
Ceinfs
O
que se tem, por hora, é a comprovação por documentos, dos riscos
de que o município venha a perder recursos que já estão destinados
aos diversos Ceinfs em construção. Conforme os avisos do Fundo
Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), por meio da
Diretoria de Gestão, Articulação e Projetos Educacionais (Digap) e
da Coordenação Geral de Implementação e Monitoramento de Projetos
Educacionais (CGIMP):
“A
ausência de informações atualizadas no Sistema Integrado de
Monitoramento, Execução e Controle (Simec) poderá ocasionar o
bloqueio dos recursos ou de futuros repasses financeiros, atraso na
aquisição dos equipamentos e mobiliários ou ainda o cancelamento
do Termo de Compromisso/Convênio com o envio para Tomada de Contas
Especiais.”
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
O cavalete já tem para quem se propõe a ficar de burro embaixo...
E o nosso atento leitor Cassio Rodrigues Pereira, observando essa “arte urbana” retratando a inutilidade, imitando a vida e a realidade de políticos estáticos propõe uma enquete:
O que os candidatos querem com os cavaletes?
( ) Nossa, que foto linda. Vou votar nele.
( ) Eita, esse tem um monte. Deve ser rico. Vou votar nele.
( ) Caraca, maluco... o daquele ali tem até uma pedra em cima. Vou votar nele.
( ) Não tenho em quem votar. Quer saber? Vou votar naquele ali.
Nem em época de campanha eles beijam criancinhas
Educação é irmã gêmea de arrogância, ambas vêm de berço, na velha dicotomia do bem e do mal. Não tem como disfarçar, usou, abusou e se cansou do povo
Do atento eleitor Cleider de Souza Costa, que fica indignado pelo uso que fazem do eleitor e o desprezo com que tratam as coisas de Deus...
Os candidatos à deputado estadual, Maurício Picarelli (PMDB) e Vagner Almeida e federal, Luiz Ovando (PSC), falaram em reunião pública na Primeira Igreja Batista de Campo Grande. Não foi permitida ao exíguo plenário a oportunidade de questionar os candidatos. O presidente da igreja, Gilson Breder, disse que os candidatos estariam à disposição para conversarem.
Picarelli, que não cumprimenta os membros da igreja (exceto pastores), evadiu rapidamente do local e sua assessoria se negou a confirmar informações que ele deu em sua palavra.
O candidato Vagner que, juntamente com os demais, assinou termo de fidelização a princípios da Igreja, questionado por um repórter, confessou que assinou o documento por assinar e que jamais questionará afrontas contra princípios religiosos, para "não se queimar".
Vamos colocar a tramela depois da porta arrombada
Depois de fazer um negócio no mínimo estranho, com o dinheiro saindo e nada de contrapartida, o pessoal que ainda tem um mínimo de consciência quer fazer pelo menos um copo de limonada desse bagaço que o prefeito deixou
Tem Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Saúde, para discutir o "arrendamento" ou "locação" do Hospital Sírio Libanês e para tentar entender a proposta do executivo sobre o será feito lá: se um hospital infantil, um centro de atendimento pediátrico, um local para atender as doenças infecciosas como DST/Aids?
enfim ... Debater com uma importante instância de controle social da aplicação de recursos da saúde. Quem se interessar, está convidado.
Na grande República de Sucupira, as pérolas de OdoricA
E o sócio Luca Maribondo, inteligência sem a menor vaidade, repassa importante observação de Fernanda Lima, que questiona – nas entrelinhas: Se não consegue compor um discurso, menos ainda uma frase com algum sentido, como vai sair deste emaranhado de erros e omissões?. E posta algumas pérolas da presidenta:
São tantas que divulgaremos em pílulas – 5 em 5:
“Todos nós aqui sabemos que cada um de nós escolhe – a vida faz a gente escolher – alguma das datas em que a gente nunca vai esquecer dessa data.”
“A avaliação nossa é que houve, de dezembro a fevereiro, um fenômeno em cima da Bolívia, entre a parte sul, se eu não me engano, centro e a parte norte ou sul – a centro eu tenho certeza, a sul eu esqueci, se é sul ou se é norte.”
“Eu tinha que sair de Zurique, podia ir para Boston, ou pra Boston, até porque… vocês vão perguntar, mas é mais longe? Não é não, a Terra é curva, viu?”
“Na Ucrânia pagam 13 dólares o… o milhão de BTU. Mas.. 4 pra 13 dá sete.. pagam… quanto é que paga? Depois do furacão.. (uma alma caridosa grita: nove). Aliás 4 pra 13 dá 9.. eu tô pensando no furacão Ka.. o furacão não.. em Fugujima (sic)… Como é que chama.. no Japão.. O tsunami…”
“Quero dizer que hoje o Brasil está de luto por uma morte que tirou uma vida.”
O milagre da multiplicação como pagamento pelos favores que o entronizaram Rei
Carlos Roberto Alves, com sua lucidez e lendo tudo o que lhe cai em mãos para poder embasar suas críticas e seu senso político, nos brinda com questões que, pelo que envolvem, não podem ser consideradas pequenas:
EXTRA EXTRA EXTRA
Olarte disse que mandando embora os Comissionados ele vai Economizar r$ 100 milhões - isso mesmo, você não esta lendo errado – R$ 100 milhões que estão sendo gastos com Comissionados para agradar 23 que deram golpe no Povo de Campo Grande.
Gilmar Olarte, os professores mandam avisar que se não tiver aumento, que É LEI, e você terá que cumprir, vai ter GREVE, e isso não é bom para os seus adorados parceiros...
terça-feira, 23 de setembro de 2014
De aliados a opositores, 2º turno terá embate entre Delcídio e Reinaldo
Pesquisas
indicam que
haverá 2º turno nas
eleições para o
Governo de Mato Grosso
do Sul.
Delcídio pretende uma arrancada final,
Reinaldo trabalha
estratégias de apoio
para o embate final
Dois políticos que estiveram juntos e, não fosse a ingerência dos diretórios nacionais de seus partidos, formariam uma coligação, devem se enfrentar num segundo turno de eleição para o Governo do Mato Grosso do Sul. Aqueles que trocaram elogios, hoje trocam acusações.
Delcídio do Amaral, candidato do PT ao Governo do Estado, sofre com o descrédito do PT, envolvido em várias denúncias de corrupção e que faz, de um lado, um discurso de “transparência total” das investigações e, de outro, tem seu presidente Rui Falcão numa cruzada pela Censura dos órgãos de informação. Esse fato tem impedido que o candidato petista consiga vencer a barreira dos 40% das intenções de voto, apesar de todos os esforços empreendidos nesse sentido.
A disputa, ao que tudo indica, deverá ir para o segundo turno e, o candidato petista deverá enfrentar, então, aquele que seria o vice-governador na sua chapa e que, por questões políticas o tem acusado insistentemente dos pecados que, até a decisão do diretório nacional pelo rompimento da aliança, não tinha.
Pesquisa
A pesquisa mais recente, realizada pela TV SBT/MS, aponta que o crescimento de Reinaldo Azambuja e a queda de Nelsinho Trad indicam um eventual segundo turno entre os candidatos tucano e petista.
“Pesquisa do SBT MS realizada entre os dias 16 e 20 de setembro em Campo Grande e 14 municípios do interior indica que a disputa para o governo de Mato Grosso do sul será definida no segundo turno. Delcídio do Amaral (PT) aparece em primeiro, 38.17%, seguido de Reinaldo Azambuja (PSDB), 27,11% e Nelsinho Trad (PMDB) 20,94%. Evander Vendramini (PP) obteve 1.65%; Professor Monje (PSTU) e Sidney Melo (PSOL) 0,59% cada. Dos entrevistados, 3,47% votarão branco ou nulo, enquanto 7,48% estão indecisos. A pesquisa, contratada pelaRede Centro Oeste de rádio e Televisão Ltda. foi realizada pela Vale Consultoria e Assessoria e está registrada no Tribunal Regional Eleitoral sob o número MS_00037/2014. A margem de erro máxima estimada foi de 2.375 pontos percentuais para mais ou para menos e o intervalo de confiança é de 95%.”
Outra pesquisa realizada pela Fiems/Ibrape, e apresentada nesta segunda-feira (22), apresenta os seguintes resultados: na estimulada, quando se apresenta o nome dos candidatos para o pesquisado, Delcídio do Amaral conquista 44% dos votos; Reinaldo Azambuja (PSDB), 22%; e Nelsinho Trad (PMDB), 18%. Os demais candidatos, Evander Vendramini (PP), Professor Monge (PSTU) e Sidney Melo (PSOL), aparecem com 1% cada um, enquanto brancos e nulos somam 4% e indecisos totalizam 9%.
Rejeição: Nelson Trad Filho continua liderando com 25%, seguido pelo Delcídio com 19% e Professor Monge com 9%, Reinaldo com 9%, Sidney Melo com 7% e Evander com 5%, sendo que a rejeição a todos chega a 7% e 19% não sabem.
Na pesquisa espontânea, quando não é apresentada ao eleitor a relação de candidatos, Delcídio também lidera com 34%, seguida por Reinaldo com 20%, Nelson Trad com 14% e Evander com 1%, enquanto bancos e nulos somaram 3% e indecisos 28%.
Esta pesquisa foi realizada pelo Instituto Vale Consultoria e Assessoria, contratada pelo SBT MS e registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) sob o nº 00037/2014. A margem de erro é de 2,37% para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. Para a pesquisa foram realizadas 1.700 entrevistas entre os dias 16 e 20 de agosto.
Expectativa e dedo ruim
Enquanto Delcídio do Amaral enfrenta o descrédito da população com o Partido dos Trabalhadores, que desde há muito se envolve com diversas denúncias de corrupção em nível federal e com a expectativa da divulgação das denúncias de corrupção na Petrobras, que não o culpabilizam, mas mantem os eleitores em expetativa; Reinado Azambuja peca pela sua aparente arrogância (e é pouco ajudado por sua assessoria), além de ser pouco hábil na composição de sua chapa majoritária.
Se nas eleições de 2012 foi prejudicado pela escolha de Athayde Nery para vice-prefeito em sua chapa, o que pelo que se comenta nos meios políticos, exerceu forte influência para que Reinaldo não conquistasse a possibilidade de disputar o segundo turno com Alcides Berna, agora mesmo acertando na escolha da vice, a vereadora Rose Modesto, que impediu a indicação do vereador Elizeu Dionízio, peca ao aliar-se com o presidente do PSD e diretor do jornal Correio do Estado, Antonio João, nulo em termos de confiabilidade e votos.
Se nem Ricardo Ayache, candidato petista ao Senado, nem Antonio João candidato tucano têm chances, a questão é entender o que eles podem contribuir num futuro governo estadual, no qual certamente estarão inseridos.
Ayache é comprovadamente um excelente nome para a Saúde,
Guerrilha
Se Reinaldo ataca Delcídio tentando vincular seu nome ao esquema de corrupção da Petrobras, por outro lado o candidato petista não deixa que passem em branco as ligações que o PSDB sempre manteve com os governos peemedebistas da Capital e do Estado, e questiona o “quão de novo” há nessa postura do tucano.
É certo que haverá segundo turno caso nada de extraordinário aconteça nestes 13 dias que antecedem as eleições. A questão é: o que esperam os candidatos e até quando irá essa troca de acusações?
Na pesquisa espontânea, quando não é apresentada ao eleitor a relação de candidatos, Delcídio também lidera com 34%, seguida por Reinaldo com 20%, Nelson Trad com 14% e Evander com 1%, enquanto bancos e nulos somaram 3% e indecisos 28%.
Esta pesquisa foi realizada pelo Instituto Vale Consultoria e Assessoria, contratada pelo SBT MS e registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) sob o nº 00037/2014. A margem de erro é de 2,37% para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. Para a pesquisa foram realizadas 1.700 entrevistas entre os dias 16 e 20 de agosto.
Expectativa e dedo ruim
Enquanto Delcídio do Amaral enfrenta o descrédito da população com o Partido dos Trabalhadores, que desde há muito se envolve com diversas denúncias de corrupção em nível federal e com a expectativa da divulgação das denúncias de corrupção na Petrobras, que não o culpabilizam, mas mantem os eleitores em expetativa; Reinado Azambuja peca pela sua aparente arrogância (e é pouco ajudado por sua assessoria), além de ser pouco hábil na composição de sua chapa majoritária.
Se nas eleições de 2012 foi prejudicado pela escolha de Athayde Nery para vice-prefeito em sua chapa, o que pelo que se comenta nos meios políticos, exerceu forte influência para que Reinaldo não conquistasse a possibilidade de disputar o segundo turno com Alcides Berna, agora mesmo acertando na escolha da vice, a vereadora Rose Modesto, que impediu a indicação do vereador Elizeu Dionízio, peca ao aliar-se com o presidente do PSD e diretor do jornal Correio do Estado, Antonio João, nulo em termos de confiabilidade e votos.
Se nem Ricardo Ayache, candidato petista ao Senado, nem Antonio João candidato tucano têm chances, a questão é entender o que eles podem contribuir num futuro governo estadual, no qual certamente estarão inseridos.
Ayache é comprovadamente um excelente nome para a Saúde,
Guerrilha
Se Reinaldo ataca Delcídio tentando vincular seu nome ao esquema de corrupção da Petrobras, por outro lado o candidato petista não deixa que passem em branco as ligações que o PSDB sempre manteve com os governos peemedebistas da Capital e do Estado, e questiona o “quão de novo” há nessa postura do tucano.
É certo que haverá segundo turno caso nada de extraordinário aconteça nestes 13 dias que antecedem as eleições. A questão é: o que esperam os candidatos e até quando irá essa troca de acusações?
sábado, 20 de setembro de 2014
Nosso voto não tem qualidade, apenas se vota 'porque sim'
Parafraseando
a publicidade de cerveja, podemos dizer que 'votamos porque sim'. Sem
necessitar de qualquer explicação e sem poder dar uma única razão para isso.
Apesar de a política apresentar tantos escândalos, nós votamos
e
vota 'porque sim'
Não passa um dia
sequer que não tenhamos uma denúncia contra algum político ou contra um grupo
de políticos. Denúncias e não escândalos, porque escândalo é algo que causa
perplexa indignação, e o envolvimento de nossos políticos de todas as cores, de
todos os cargos em tantas e tão constantes causas ilegais e imorais, já não nos
surpreende, sequer nos afeta como deveria.
Votar é quase
participar de um jogo mórbido. A relação entre o político e o eleitor deixou de
ser uma relação entre cidadão e cidadão onde o primeiro decide pelo segundo
para que lhe represente. Elegemos os atores que interpretarão uma peça nonsense
(que pode significar absurdo, algo que foge à lógica, ou conduta questionável).
Nesta peça não serão atônitos expectadores e sim uma plateia participante,
repetindo o roteiro ensaiado das críticas, dos xingamentos, de falsas
perplexidade e asco, mas também de inveja.
Nossa política é quase
uma cidadela sitiada onde uma imensa tropa pretende entrar e se estabelecer.
Então, por quê?
Porque sim.
“Porquês”. São vários os motivos. Talvez porque a cidade não pode ficar
acéfala, sem uma representação hierárquica em sua administração. Votamos nos
nomes que nos impõe. Votamos porque simpatizamos com este ou aquele candidato.
Votamos porque nos reconhecemos neles.
Mas não sabemos votar,
sequer sabemos exercer nossa cidadania.
Cidadania é
abrangente, começa pelo gesto de não jogar papel na rua, não pichar muros,
respeitar sinais; e atinge níveis mais complexos que dão aos cidadãos o direito
à liberdade, à propriedade e à igualdade perante a lei. Cidadania é participar
do governo através de manifestações políticas, discussões dos problemas,
oferecer soluções, questionar.
Nós apenas votamos.
Nada mais. Usamos do voto para tiramos dos nossos ombros os (pesados) encargos
de sermos cidadãos melhores.
A discussão política
que se faz não é a respeito dos projetos, nem se as propostas de campanha são
factíveis, ou ainda se o candidato tem capacidades para realizar tal obra. O
debate entre eleitores focam na troca de acusações, na disputa entre o número
de processos que tenham contra si, os desvios e falcatruas dos quais
participou. Estranhamente idolatram o mascarado que está acima da Lei.
Por isso os debates
entre os candidatos tornaram-se vazios. Antes até, os adversários políticos
dividiam suas falas em: apresentar seus programas de governo e; lançar
denúncias contra os adversários. Depois percebeu-se que os mais atacados,
aqueles que tinham mais denúncias expostas eram os que conquistavam mais simpatias
da população. Ele faz e a justiça não o alcança; ele é esperto, eu gosto dele.
Hoje as acusações são
mais amenas. Jogam o jogo do “eu sei o que você fez, mas não posso falar porque
fiz parecido”. Os debates são meras apresentações de programas elaborados de
forma publicitária versando sobre assuntos e coisas que mais afligem a
população, ou que tenham mais destaque na mídia, sem que se apresente um único
projeto consistente de como resolver essa ou aquela questão. Apenas uma
ladainha do “eu vou solucionar os problemas da saúde pública que está uma
vergonha; a questão indígena será resolvida em meu governo; crianças,
adolescentes, mulheres serão protegidos com isso, com aquilo; construiremos
creches e valorizaremos os profissionais da educação; a administração irá
funcionar a contento porque os funcionários serão treinados e valorizados etc.
etc. Etc.
Falta dizer “como?”.
Nosso voto não tem
qualidade, porque nos atemos a votar. A cada dois anos assistimos e
participamos desse enredo de comédia e dramaturgia, passado o show, vamos para
o sol, vamos para a sombra, entramos na nossa modorrenta mesmice.
Nosso voto não tem qualidade
porque não tem seguimento. Não exercemos nossa cidadania em momento algum. Não
cobramos, não acompanhamos. Sequer nos lembramos em qual dos mascarados acima
da lei, votamos.
segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Como um acidente pode explicar o comportamento humano
por Jô Soares / facebook
O Brasil ficou chocado
nos últimos dias de julho quando um garoto de 11 anos teve o braço direito
dilacerado por um tigre. O "acidente" ocorreu em um zoológico de
Cascavel, PR, quando o garoto, acompanhado do pai, pulou uma cerca de proteção,
ignorou os avisos de manter-se afastado e provocou primeiro um leão e depois o
tigre. O desfecho todo mundo viu: teve o braço amputado na altura do ombro e
terá a vida inteira para refletir sobre esse ato "corajoso". Esse
acidente é exemplar, em todos os sentidos.
Felizmente alguém
filmou e mostrou uma imagem que retrata o que vem acontecendo em uma sociedade
desacostumada a respeitar uma autoridade. O garoto ficou por cerca de seis
minutos atiçando dois felinos de grande porte, conhecidos por qualquer ser
vivente como predadores. Até as pedras sabem que esses animais se alimentam de
outros animais desde que o mundo é mundo.
Imediatamente após a
divulgação das imagens começaram os julgamentos, principalmente os do "contra"
e "a favor", seja do tigre, do garoto, do pai, do zoológico, de Deus
etc. No atual modus operandi social de palpitar sobre tudo houve a esperada
distribuição de culpa para todos os envolvidos, alguns até tentando amenizar o
lado do garoto sob a alegação de que era "incapaz" de avaliar os
riscos. Será? Com 11 anos você não sabe a diferença de um gato para um tigre?
Deixando um pouco o
tigre de lado, vamos lembrar um pouco das histórias da Bíblia. Sem a menor
conotação católico-cristã, mas apenas como exemplo. Muita gente atribui o
pecado original ao sexo, fazendo uma analogia direta da mordida na maçã com
rala e rola entre Adão e Eva. Mas Deus não poderia castigar pelo sexo, senão
inviabilizaria a reprodução humana e jogaria por terra o famoso "crescei e
multiplicai".
O pecado original que
condenou Eva e seu amasio ao mundo terreno foi a DESOBEDIÊNCIA. Deus deixou bem
claro: não coma a fruta dessa árvore! E quando virou as costas lá foi ela e
nhoc! Não tinha uma placa na macieira do tipo "fique longe, não
coma". Por trás da desobediência está o conceito que quero chegar: o
desrespeito!
Voltando ao zoológico,
qual o padrão de comportamento dos visitantes: enfiar o braço na jaula ou
manter-se afastado? Se uma criança violou o padrão é preciso olhar para esse
caso isolado e tentar entender melhor de onde vem o comportamento tão
prepotente.
Hoje em dia existe uma
enorme confusão aqui em terras brasileiras com relação à educação. E é um tal
de pais entregarem seus filhos às escolas na crença cega de que o pimpolho
sairá de lá um lorde inglês e com conhecimento de filósofo alemão. Mas em casa
o filho faz o que quer, passa o dia no videogame, desobedece os pais e
eventualmente despreza a autoridade dos empregados.
Educação é aquele
conjunto de regras transmitidos de pais para filhos como uma carga genética. O
que a escola transmite é conhecimento. Portanto, escola não educa, quem educa é
o convívio familiar.
Pergunto, que tipo de
pai pode gerar um filho tão incapaz de entender a regra mais elementar, bíblica
e basilar da educação que é a obediência? Que tipo de exemplo esse garoto tem
em casa para ignorar tão descaradamente os perigos que envolvem o enfrentamento
de um animal feroz? Uma criança que atiça descaradamente um animal selvagem
como o tigre respeita seus professores? Obedece seus pais?
É o reflexo da falta
de cuidado na educação, não da escola, mas aquela da formação do caráter. Quem
enfrenta um tigre não é corajoso - como escreveram alguns - ou simplesmente
desobediente?
Chamou-me a atenção o
comentário de vários jornalistas que reforçaram o fato de no momento do
acidente não ter nenhum vigia, embora o zoológico tenha se defendido alegando
que a área é monitorada por quatro fiscais.
Ora, jornalistas são
pessoas esclarecidas, viajam e normalmente voltam do exterior sempre com uma
história de civilidade na ponta da língua. Ficam impressionados que nos museus
americanos o visitante deposita o valor em uma caixa que fica ali, ao alcance
de qualquer um, mas ninguém pega. Contam - impressionados - que na Áustria as
padarias deixam o leite fora e as pessoas pegam e depositam as moedas em um
pote, sem ninguém vigiando.
Mas cobram o fato de
naquele local do zoo não haver um vigilante. É ISTO que quero chamar a atenção:
educação não é um comportamento expresso diante de fiscalização, o nome disso é
obediência. Educação é o comportamento do indivíduo quando não tem NINGUÉM
olhando!
Por isso a Prefeitura
de SP instalou mais uma centena de radares e câmeras de vigilância, porque o
motorista só consegue se manter educado sob constante fiscalização. Porque não
foi educado. Os motoristas/motociclistas mal e porcamente foram instruídos,
quando foram... E os ciclistas nem isso!
Pela ótica do
jornalismo sensacionalista podemos perder a esperança em trânsito solidário sem
que haja uma fiscalização opressiva e constante, como no zoológico. Não basta
uma placa de proibido estacionar, precisa ter um fiscal. Não basta investir em
passarela ou ciclovia, tem de fiscalizar. Não basta avisar que o leão é bravo,
precisa colocar o braço lá dentro!
Texto: Motite
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