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segunda-feira, 8 de maio de 2017

Vereadora desmente boatos sobre briga de Bernal com a bancada pepista

A vereadora e ex-secretária da gestão de Alcides Bernal, Dharleng Campos emitiu na tarde de hoje (8), em sua página do facebook, Nota de Esclarecimento onde nega que tenha havido uma reunião com clima tenso, onde o ex-prefeito teria se alterado e enquadrado os três vereadores pepistas da atual legislatura da Câmara Municipal de Campo Grande.
Vários órgãos de imprensa informaram que durante a reunião com a bancada pepista Alcides Bernal teria dado um puxão de orelhas nos vereadores Cazuza, Valdir Gomes e na própria Dharleng, pois se apresentava insatisfeito com a postura pouco oposicionista destes.

Segundo as notícias, Bernal queria uma oposição sistemática, ou seja, que os vereadores reprovassem todo e qualquer proposta ou projeto do prefeito Marquinhos Trad (PSD), bem como atuassem de forma mais crítica sobre o trabalho da atual gestão.

Segundo o ex-prefeito Alcides Bernal, presidente Regional do PP, seria inconcebível que ele, tão perseguido durante sua gestão, sem que os seus críticos apresentassem motivos válidos, ou ao menos plausíveis, e que tanto prejudicou Campo Grande, exigisse essa postura dos vereadores em prejuízo da população. Ainda segundo Bernal, a oposição é necessária e benéfica à Democracia, mas deve ser feita de forma responsável.

Segue a nota publicada pela vereadora:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Em atenção à sociedade e à mídia, em virtude de notícias veiculadas neste sábado (06) e domingo (07), os vereadores da bancada do PP na Câmara Municipal de Campo Grande Cazuza, Dharleng Campos e Valdir Gomes vem esclarecer que:

Em primeiro lugar, nunca cogitamos ou até mesmo pronunciamos em qualquer tempo ou circunstância a probabilidade ou vontade de sairmos do Partido Progressista (PP).

Em segundo lugar, respeitamos o Presidente do Diretório Estadual do Mato Grosso do Sul, Alcides Bernal e reforçamos que seguimos as diretrizes do partido, respeitando sempre a militância pepista, mas principalmente respeitando os anseios da nossa gente.

As orientações do partido visam o bem-estar da população e a garantia da execução de um plano de governo na prefeitura municipal de Campo Grande que coloque as pessoas em primeiro lugar, assegurando o direito as necessidades básicas, como: saúde, educação, segurança e a geração de emprego e renda.


Temos absoluta certeza de que Alcides Bernal jamais se posicionaria de forma truculenta exigindo que a bancada Progressista tivesse posicionamentos contrários ao interesse do povo, ou até mesmo faria exigências baseadas no revanchismo. E fazemos das palavras do Presidente do PP- MS as nossas “Nada resiste a força do trabalho. ” E é trabalhando que o Partido Progressista demonstrará sua verdade, força, união e coerência.

Artigo: O Pantanal não tem fronteiras e precisa de políticas públicas comuns


*Eduardo Romero

O Pantanal é a maior planície alagável do mundo, o elo entre as duas maiores bacias hidrográficas da América do Sul: a do Prata e a Amazônica. Dada sua importância para a humanidade, foi reconhecida como Patrimônio Nacional pela Constituição Federal e também como Reserva da Biosfera, pela UNESCO e sua área é compartilhada pelo Brasil, Bolívia e Paraguai.

O olhar histórico nos permite observar e compreender que a ocupação humana no Pantanal se dá por meio de três grandes fases. A primeira, das sociedades indígenas, foi caracterizada pelo uso dos recursos naturais disponíveis sem a sua destruição. Na segunda, com a colonização europeia, houve a introdução da pecuária, mas ainda assim manteve a diversidade dos habitats, mesmo que a busca por diamantes e ouro tenha provocado alguns impactos pontuais. Na terceira fase o processo de ocupação da região pantaneira é incorporado às políticas públicas desenvolvimentistas, a exemplo da Hidrovia Paraguai-Paraná, das usinas de álcool, do polo minero-siderurgico e até do polo gás-químico.

No entanto, a impressão é que estamos caminhando em círculo, pois as propostas de desenvolvimento econômico para o Pantanal estão sempre baseadas em megaprojetos que demandam grandes investimentos em infraestrutura. Não se pode apostar em apenas um único projeto de desenvolvimento porque temos inúmeras iniciativas menores, e até mesmo isoladas, que geram renda e desenvolvimento, como é o caso das atividades voltadas para as modalidades de turismo sustentável, como o de contemplação, rural, de comunidade e o gastronômico. Este modo de desenvolvimento pode e deve ser promovido, porque vem somar com os sistemas produtivos já existentes, como a pecuária extensiva, pesca artesanal e o comércio.

O Instituto SOS Pantanal e a Frente Parlamentar de Vereadores Ambientalista organizam três seminários, sendo o primeiro deles dia 9 de maio, com objetivo de construir um plano de desenvolvimento regional para o Pantanal, para identificar oportunidades e desafios. Ações essas resultantes do compromisso firmado em 2016 entre os governadores de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso quando assinaram a Carta Caiman, com o compromisso de trabalhar políticas comuns para o Pantanal, considerando os aspectos ambientais e culturais que unem os dois estados.

O Projeto de Lei do Pantanal fez com que diversos parlamentares, pesquisadores e ambientalistas se manifestassem contrários por entender que prejudica o equilíbrio ecológico do ecossistema. Em razão da proposta apresentada e outras legislações em vigência diferentes segmentos da sociedade estão interessados em discutir amplamente para buscar uma proposta que contemple todos e respeite os limites do ecossistema pantaneiro.

A Frente Parlamentar de Vereadores Ambientalista apoia e acompanha todas as discussões porque entende a importância e urgência em se ter uma legislação específica para o Pantanal e que esteja de acordo com as peculiaridades do ambiente. Não existe o Pantanal do MS ou do MT. Existe o Pantanal da humanidade, que necessita de políticas públicas que mantenham o bioma e os pantaneiros.

*Eduardo Romero é vereador por Campo Grande, integrante da Comissão de Meio Ambiente da Câmara da Capital e coordenador nacional da Frente Parlamentar de Vereadores Ambientalistas.



sábado, 6 de maio de 2017

Marquinhos Trad descumpre acordo com Bernal e vai para o colo do governador

“Promessas são apenas palavras até começarem a ser cumpridas por nossas atitudes”, diz Carlos Hilsdorf. “Quem vive de promessa é Santo”, diz a sabedoria popular. Bernal não é santo, longe disso, mas manteve sua “palavra” de apoio ao então candidato Marquinhos Trad e transferiu parte dos seus mais de 100 mil votos ao candidato. Como promessas são efêmeras palavras, aquele se se apresentava extremamente cristão em seu programa televisivo, nas suas falas enquanto deputado da Assembleia de Mato Grosso do Sul e candidato à prefeitura, esqueceu tudo o que prometeu, tudo o que assinou em troca do apoio.
Em junho de 2015 já noticiava em site de Campo Grande sobre a tensa reunião que buscava determinar o candidato da família Trad à prefeitura da Capital. Até então em disputa de bastidores entre o ex-prefeito Nelson Trad Filho e seu irmão Marquinhos Trad (agora PSD).
“Até mesmo as moscas que pacientemente observavam a reunião que deveria ser pacífica e determinante para os rumos políticos do clã Trad em Campo Grande, voaram esbaforidas e temerosas dos rumos que a discussão tomou e contrapôs o ex-prefeito Nelsinho e o deputado estadual Marquinhos. Sobreviventes, ilesas, puderam contar o caso que já se espalhou entre o meio político e aferventou ainda mais a pouca coesão peemedebista.
O clã Trad composto pelo vereador Otávio Trad (sobrinho) e os irmãos Nelsinho, Fábio e Marquinhos, reuniu-se para avaliar o horizonte político e traçar estratégias tanto para assumirem o comando de outro partido, o PSD do comprador de siglas Antônio João, empresário e ex-candidato ao Senado, uma vez que a fusão PTB/DEM esfriou após a não-reforma política. O martelo que parecia ter batido encerrando o destino político de Marquinhos, foi lançado ao longe a partir do resultado de pesquisas.
Dois fatos apontados por essa pesquisa foram relevantes para o caminhar na estrada tranquila encontrasse uma bifurcação: O primeiro e mais relevante foram os números que apontam a preferência da população pelo retorno de Nelsinho ao cargo de prefeito da Capital, à frente de Marquinhos; o segundo, a falta de confiança destes mesmos pesquisados na capacidade administrativa do deputado estadual, considerado ‘muito novo e inexperiente’.”
Comprovou-se a inexperiência. Sua administração tem sido pífia. Destrói projetos relevantes para, após quatro meses, relança-los com outro nome e composto por pessoas ligadas aos seus quadros de apoiadores durante a campanha eleitoral.
Agora, durante entrevista ao jornalista Oggi Ibrahim, em seu programa Diálogo Aberto retransmitido pela Rede Record, Marquinhos demonstra simpatia pelo nome do atual governador Reinaldo Azambuja (PSDB) para a reeleição.
Opositor declarado do ex-governador André Puccinelli e sob cobrança de melhor gestão pelo seu irmão e ex-prefeito Nelsinho (PTB), Marquinhos dá sinais de que não consegue administrar sequer o campo político. Está isolado e contando com seu clubinho particular composto por vereadores da Câmara Municipal. Vereadores que estão sob suspeita da população e, grande parte, sob investigação da Justiça.
Exceto pelas pesquisas encomendadas à empresa do seu homem de governo, que lhe são favoráveis; o “que andam suspirando pelas alcovas / que andam sussurrando em versos e trovas / que andam combinando no breu das tocas / que anda nas cabeças, anda nas bocas / que andam acendendo velas nos becos / que estão falando alto pelos botecos”, não lhe é favorável.
Não bastasse a gestão conturbada, eleitores que atenderam ao pedido do ex-prefeito Alcides Bernal (PP) e sabem que Marquinhos rasgou a carta de compromissos com 11 pontos, desmontou projetos e programas para relançá-los com outros nomes e composto por “amigos de campanha”, estão claramente insatisfeitos com essa traição, ou rompimento de promessa.
E será que Reinaldo Azambuja, com sua temperança reconhecida e arguto o suficiente para haver lançado seu nome à prefeitura visando o futuro do governo estadual, irá acreditar nesse apoio? Afinal, quem rompe promessas uma vez...Também diz um ditado popular: “cesteiro que faz um cesto faz um cento" e com isso se quer dizer, habitualmente, que quem cometeu um erro é bem capaz de cometer outro, que quem nos traiu, ofendeu ou desiludiu, o pode tornar a fazer com outro.



sexta-feira, 5 de maio de 2017

‘Estava atendendo sozinho’. Descaso com saúde vira caso de polícia

“Em casa onde falta pão, todos brigam e ninguém tem razão”. ‘Estava atendendo sozinho’ diz médico preso após entrevero com bombeiros


Este ditado português cabe perfeitamente em ocorrido na manhã de hoje (5) na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Leblon. O médico plantonista, de 32 anos, que teve sua identidade preservada, foi detido por policiais e encaminhado ao 6º DP durante confusão que envolveu bombeiros militares em relação a dois pacientes, um que estava sendo atendido pelo médico e outro que havia sido encaminhado na viatura do corpo de bombeiros à unidade, acusado de desacato à funcionário público no exercício da função.

Já em atendimento à uma paciente que apresentava problemas respiratórios, que corria risco de morte e necessitava ser entubada, o médico informou que “estava atendendo sozinho (grifo da redação) e que eles (bombeiros) precisam ter mais respeito, sempre acham que têm preferência, o que não é verdade”.

O enfraquecimento da saúde pública e o desrespeito continuado à esses profissionais, que parecem tender para a terceirização – na base do deixar arruinar para justificar a privatização da saúde – é um contínuo nessa atual gestão de Marquinhos Trad. Ainda que possamos comentar que o profissional habilitado para determinar o estado de doença do paciente seja um médico, não um socorrista, o que chama a atenção é o total abandono da saúde.

O temor é que não seja apenas incapacidade de prefeito e secretário, mas uma bem articulada trama para a terceirização dos serviços de saúde pública para benefício de empresas privadas que visam lucro, em detrimento da população que visa qualidade de vida.

Acusações de lado a lado, dar o tratamento de “criminoso”, com a presença da polícia para um médico que contestou a “urgência” sugerida por um bombeiro é aceitar que a Saúde Pública chegou ao fundo do poço e prefeito e secretário continuam cavando.

Os envolvidos quase chegaram às vias de fato – agressões – impedidos pela ação dos enfermeiros, técnicos e pacientes.

Não bastasse, outros profissionais estão solicitando nas redes sociais, informações sobre unidades de saúde que tenham algum estoque de Cloridrato de fluoxetina e Diazepan. Ainda que informados de estoques em algumas unidades, como UBSF (Unidade Básica de Saúde da Família) Serradinho e UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Vila Almeida, essas unidades também com estoque zero.


A paciência dos profissionais de saúde está beirando o limite do aceitável e a mensagem é clara: “Se as pessoas responsáveis pela manutenção desses medicamentos nos postos não resolverem o problema, eu vou começar a reunir maluco para surrar o secretário de saúde para ele aprender como a banda toca, porque paciente psiquiátrico não pode ficar sem medicamento”.
Sem resposta da prefeitura ou da secretaria, a mesma profissional pede uma explicação para o vereador Chiquinho Telles (líder do prefeito Marquinhos Trad), para que se posicione sobre os equipamentos quebrados da Unidade das Moreninhas e a falta de medicamento Clonazepam. E finaliza informando que, caso não obtenha resposta, irá visitar o vereador em seu gabinete para que ele, em conversa séria, converse sobre o desrespeito ao povo e ao salário que ele recebe.





As duas justiças no Brasil: a dos juízes indicados e a dos juízes concursados


Esse texto, foi escrito em dezembro de 2016 no facebook da juíza Ludmila Lins Grillo, e reproduzido, sem que tenha perdido sua atualidade, pelo Dr. Edailton Medeiros, de Campina Grande-PB, no prgomessilva.blogspot.com.br em 4 de maio

“Sempre que o STF profere alguma decisão bizarra, o povo logo se apressa para sentenciar: “a Justiça no Brasil é uma piada”. Nem se passa pela cabeça da galera que os outros juízes – sim, os OUTROS – se contorcem de vergonha com certas decisões da Suprema Corte, e não se sentem nem um pouco representados por ela.
O que muitos juízes sentem é que existem duas Justiças no Brasil. E essas Justiças não se misturam uma com a outra. Uma é a dos juízes por indicação política. A outra é a dos juízes concursados. A Justiça do STF e a Justiça de primeiro grau revelam a existência de duas categorias de juízes que não se misturam. São como água e azeite. São dois mundos completamente isolados um do outro. Um não tem contato nenhum com o outro e um não se assemelha em nada com o outro. Um, muitas vezes, parece atuar contra o outro. Faz declarações contra o outro. E o outro, por muitas vezes, morre de vergonha do um.
Geralmente, o outro prefere que os “juízes” do STF sejam mesmo chamados de Ministros – para não confundir com os demais, os verdadeiros juízes. A atual composição do STF revela que, dentre os 11 Ministros (sim, M-I-N-I-S-T-R-O-S!), apenas dois são magistrados de carreira: Rosa Weber e Luiz Fux. Ou seja: nove deles não têm a mais vaga ideia do que é gerir uma unidade judiciária a quilômetros de distância de sua família, em cidades pequenas de interior, com falta de mão-de-obra e de infraestrutura, com uma demanda acachapante e praticamente inadministrável.
Julgam grandes causas – as mais importantes do Brasil – sem terem nunca sequer julgado um inventariozinho da dona Maria que morreu. Nem uma pensão alimentícia simplória. Nem uma medida para um menor infrator, nem um remédio para um doente, nem uma internação para um idoso, nem uma autorização para menor em eventos e viagens, nem uma partilhazinha de bens, nem uma aposentadoriazinha rural. Nada. NADA.
Certamente não fazem a menor ideia de como é visitar a casa humilde da senhorinha acamada que não se mexe, para propiciar-lhe a interdição. Nem imaginam como é desgastante a visita periódica ao presídio – e o percorrer por entre as celas. Nem sonham com as correições nos cartórios extrajudiciais. Nem supõem o que seja passar um dia inteiro ouvindo testemunhas e interrogando réus. Nunca presidiram uma sessão do Tribunal do Júri. Não conhecem as agruras, as dificuldades do interior. Não conhecem nada do que é ser juiz de primeiro grau. Nada. Do alto de seus carros com motorista pagos com dinheiro público, não devem fazer a menor ideia de que ser juiz de verdade é não ter motorista nenhum. Ser juiz é andar com seu próprio carro – por sua conta e risco – nas estradas de terra do interior do Brasil. Talvez os Ministros nem saibam o que é uma estrada de terra – ou nem se lembrem mais o que é isso. Às vezes, nem a gasolina ganhamos, tirando muitas vezes do nosso próprio bolso para sustentar o Estado, sem saber se um dia seremos reembolsados – muitas vezes não somos.
Será que os juízes, digo, Ministros do STF sabem o que é passar por isso? Por que será que os réus lutam tanto para serem julgados pelo STF (o famoso “foro privilegiado”) – fugindo dos juízes de primeiro grau como o diabo foge da cruz? Por que será que eles preferem ser julgados pelos “juízes” indicados politicamente, e não pelos juízes concursados?
É por essas e outras que, sem constrangimento algum, rogo-lhes: não me coloquem no mesmo balaio do STF. Faço parte da outra Justiça: a de VERDADE.”


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Se você não tem futebol nem caráter, fica quieto Potkker

Foto/Arte: globoesporte,com
O jogador Potkker declarou que "se as pessoas soubessem o que aconteceu na Final do Paulistão de 2017, ficariam enojadas". 
Os jogadores, segundo Potkker, ficaram chocados e tristes por terem que entregar o jogo contra o Corinthians! Entregar o jogo, que p... de homens são esses que não reagem. Venham jogar em clubes menores, mas mantenham sua hombridade, se for, realmente, o caso.
“O que está exposto abaixo é a notícia em primeira mão que está sendo investigada por rádios e jornais de todo o Brasil e alguns estrangeiros, mais especificamente Wall Street Journal of Americas, Lance, e o Gazzeta delo Sport, e deve sair na mídia em breve, assim que as provas forem colhidas e confirmarem os fatos.
Fato comprovado: A Ponte VENDEU a Final do Paulistão para a CBF. Os jogadores titulares foram avisados, às 13:00 do dia 30 de Abril (dia do jogo contra o Corinthians), em uma reunião envolvendo o Presidente da CBF, o Técnico da Ponte, e toda diretoria do clube! Os jogadores reservas permaneceram em isolamento, em seus quartos da concentração! A princípio muito contrariados, os jogadores se recusaram a trocar o Paulistão por dinheiro! 

A aceitação veio através do pagamento total dos prêmios, RS$700.000,00 para cada jogador, mais um bônus de RS$400.000,00 para todos os jogadores e integrantes da comissão técnica, num total de RS$ 23.000.000,00 vinte e três milhões de reais) através da CBF. Mesmo assim, Potkker se recusou a jogar, mas foi obrigado pelo seu técnico! 

Após o representante da Adidas ameaçar retirar o patrocínio da camisa, avaliado em mais de RS$30.000.000,00 (trinta milhões de reais).

Assim, combinou-se que a Ponte seria derrotada durante já no primeiro jogo da final, porém a apatia que se abateu sobre os jogadores titulares fez com que o Corinthians, que absolutamente não participou desta negociação, marcasse 3 gols em 3 falhas simples do time de Campinas! 
O presidente da CBF, aplaudiu a colaboração da equipe de Campinas!”
 A quem denigre? Não acredito que tenha havido o acordo, o Corinthians, com 27 títulos Paulista, e tricampeonatos, campeão do centenário, jejum de 22 anos e ainda recordista em títulos.
Potkker, de quem saiu o dinheiro para suas declarações? Foi do Corinthians? Da Federação? DaPonte Preta – time tradicional? Ou usaram seu nome para essa balela, como usaram o nome de Rui Rei em 1977.


terça-feira, 2 de maio de 2017

Quem tem André, tem medo

Foto: Geovanni Gomes. - Top Mídia News.
Impossível não mencionar o espaço midiático que o ex-governador André Puccineli vem ganhando na mídia. Vai sair candidato, ou não? Definitivamente não. Seria colocar o pescoço na forca, quase que literalmente.
Mas a questão que se coloca versa sobre suas diversas crias que ficarão abandonadas. Deputados federais, estaduais, prefeitos e vereadores. Pobres, mambembes jogados à sarjeta. Alguns filhos de pastores que André usou e abusou em busca de pingados e substanciosos votos, perdidos, sem consistência política ou pessoal, sem personalidade definida, agora títeres nas mãos de políticos mais experientes, e que ainda assim terão votos para outros cargos, oriundos de suas falsas determinações religiosas. Não é?
Outros tantos considerados os bobinhos de suas cidades, levados a reboque como capachos do ex-governador que, vez outra se espana como expoente da política sul-mato-grossense. Triste realidade que não lhes arranha, pois o Parque dos Poderes está separado da população como se houvesse uma bolha inimaginária, intransponível.
André Puccinelli é uma entidade mentora, sem substância física. Seus súditos, ilusões etéreas. Ratos a se balançar nos cabos de atracação, prontos a dar o bote ao mar antes que o Navio afunde. São Ratos, sempre serão ratos, nada além disso.
André Puccinelli não pode e não será candidato, mas tenta desesperadamente se manter como timoneiro de um navio sem rumo.
Vacila entre a posição que já teve e o papel de papagaio de pirata, ou alguém não lembra de sua aparição durante importante votação na Câmara de Deputados, mirando se colocar à frente das câmaras de televisão, como se importância tivesse?
Cai com André todo um séquito de puxa-sacos, políticos menores. O ex-governador saboreou o amargo sabor de tantos anteriores, que foram grandes nas terras do Velho Centro-Oeste e maiores nas terras Brasilis, mas que a justiça, “Quæ Sera Tamen” está continuamente relegando ao seu merecido espaço.

Cai a máscara e a farsa da previdência

Foi como uma pá de cal já na ampla rejeição ao governo de Michel Temer, que está em 74% conforme últimas pesquisas,  a publicação de vídeo institucional do Sindifisco Nacional (Sindicato Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil) que demonstra clara e cabalmente a mentira a respeito do déficit da previdência.
Não há como suportar essa mentira, ainda que repetida mil vezes. Até parece que as investigações da Lava Jato são outras hipocrisias, como as que permitiram que políticos – sabidamente corruptos, retornem aos seus cargos por meio dos votos.
Destruímos um pais, uma Nação, destruímos a nós mesmos pela deseducação. Democracia capenga mas direcionada. Jovem e determinada que haverá de constituir bases sólidas.
Não há como enfatizar nessa mentira e os nossos parlamentares haverão de responder por isso, ou gastarão muito dinheiro para manterem-se em seus cargos.
Vergonha alheia por todos aqueles que por desconhecimento – inconcebível -, ou por pura falta de decoro, ainda vendem a ideia que os problemas da Previdência  ou dos rombos nas finanças públicas se devem ao trabalhadores.

https://www.youtube.com/watch?v=KVcEGyroVq0

sábado, 29 de abril de 2017

Greve, quando se perde a razão

UESLEI MARCELINO / REUTERS


Membro do MTST em protesto em Brasília..
“Uma das principais funções da democracia é a proteção dos direitos humanos fundamentais, como as liberdades de expressão, de religião, a proteção legal, e as oportunidades de participação na vida política, econômica, e cultural da sociedade. Os cidadãos tem os direitos expressos, e os deveres de participar no sistema político que vai proteger seus direitos e sua liberdade.”

Não vou discutir a Greve, que acredito ser justa. Não vou discutir, e vou acabar discutindo, os projetos de reforma da previdência, trabalhista e política. Não vou discutir democracia. Pretendo discutir a forma ditatorial como grupos querem impor suas ideias, suas ideologias.

Fui favorável à greve geral, ainda que dela não pudesse participar por dever de ofício, sou jornalista e tenho a função de informar a população a respeito da repercussão de suas manifestações. Assim como, por dever de ofício, não pude estagnar minhas obrigações, também não entendo como setores fundamentais, como a saúde e a segurança, se privaram de exercerem suas funções. Se é pelo bem da população, por que a população pode ser impedida do socorro às suas necessidades.

Vivemos numa claudicante Democracia. Recente demais, senão vejamos: Tivemos proclamada uma República - que destronou o 2º Estadista brasileiro, Dom Pedro II - o primeiro foi Pedro I – em 1889; inauguramos uma República “forma de governo em que o Chefe de Estado é eleito pelos representantes dos cidadãos ou pelos próprios cidadãos, e exerce a sua função durante um tempo limitado” sem a participação popular, senão apenas um grupo que colocou um marechal febril sobre um cavalo, como se fosse uma tocha olímpica a percorrer uma praça do Rio de Janeiro, então sede do Império.

Depois a República velha, cheia de vícios e impedimentos para que a população menos favorecida (politicamente correto), na verdade os pobres, pudessem se expressar, por voto ou outras formas. Enfim veio o Getulismo, pai dos pobres e personalidade ambígua, que se firmou entre o apelo popular e a ditadura. Controverso, amado e odiado, mas o terceiro grande estadista brasileiro.

Derrotado entre seus próprios erros e por intermédio de seus inimigos – parte disso (é “disso” mesmo, querendo dizer coisa e não cidadãos) o Brasil assistiu outro período de objetos quase inanimados que gerenciavam a nação.

Então, o quarto estadista, Juscelino Kubistchek, sucedido pelo histriônico Jânio Quadros que, acreditando-se Deus, pretendeu reviver Getúlio que retornava – mesmo que ditatorialmente – nos braços do povo. Deu no que deu, um presidente fraco e inconsistente, elo entre a democracia e o golpe civil que colocou os militares no poder permitindo a manipulação dos que não afeitos aos vícios políticos.  Imagem manchada dos militares e controle absoluto dos políticos profissionais no que tem de mais pernicioso isso.

Enfim a abertura lenta, gradual e segura de Figueiredo e o quinto estadista. Fernando Henrique Cardoso, sucessor de Itamar Franco – vamos evitar mencionar Fernando Color de Mello – e o Plano Real que estabilizou a economia de uma Nação.

Daí vem...

Todo um período de nova escuridão. Ainda que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva tenha resgatado a classe pobre, com ações sociais iniciadas no período FHC e ampliadas. É bom lembrar que esse mesmo partido que “tomou conta do poder” não assinou (não foram signatários) da Constituinte de 88, mas pretende se valer dela e a conspurcou com o imenso crescimento da corrupção exercida pelos seus líderes.

Greves, uma disfarçada ditadura

Em um salto no tempo, vamos nos ater à greve geral de ontem (28) e suas consequências para a democracia, o direito de ir e vir.

Lutar pelo direito democrático dos cidadãos implica em respeitar o direito desses mesmos cidadãos em discordarem. Ações como as ocorridas nessas manifestações coloca 70% da população - notoriamente não adeptas da ideologia esquerdista – contra princípios que, até seriam benéficos para essa mesma parcela de cidadãos.

Não posso e não devo, numa democracia, obrigar a que todos concordem com meus princípios.

Tiro no pé

Dar um tiro no pé, ou socar ponta de faca é a plena estupidez de radicais. A massa supra esquerdista não sintonizou que ações põem a perder boas intenções. A esquerda radical acabou com a validade da manifestação.

Impedir de forma violenta, evitar de todas as formas o contraditório denigre a própria imagem da democracia. Qual é, enfim, a diferença entre as Ditaduras de esquerda e direita? Aliás, isso não é tão antigo que deveria já estar morto e enterrado?

Eu promovo uma manifestação cívica e democrática, mas não aceito, de forma alguma, que você não coadune, ou participe, das minhas ideias...

Os grupos mataram, no nascedouro, a manifestação contra esse corja de políticos (??? Difícil falar de política com esses nossos “representantes”).

Não há de se negar que a Previdência deve ser alterada, a começar pela cobrança e execução das diversas empresas e entidades que devem ao INSS e são as maiores responsáveis pelo rombo da Previdência. Também não se pode negar os descaminhos da legislação trabalhista a ser aprovada, mas...

Desde que trabalho com jornalismo acompanho as “esquerdas” lutando contra uma legislação de 1943 baseada na Carta Del Lavoro de Mussolini. Agora, estarrecido, vejo essa mesma esquerda defendendo a CLT. Quero pensa que o mundo avançou, as tecnologias de hoje eram impensadas na década de 1940 do século passado. Nossas mentes, nossos modos e costumes foram alterados – para o bem e para o mal – com tantas e tamanhas evoluções, bem caracterizadas com os movimentos de 1968...

Mas nossas cores não mudaram, ainda que não se comprove justificativas plausíveis que defendam regimes teoricamente perfeitos, mas praticamente possíveis e plausíveis.

Impedir que outras pessoas, eleitores com peso tamanho e igual aos seus companheiros de ideologias, exerçam seu direito de discordarem, não é, absolutamente, democrático.

Pior, agredir antes de contrapor por argumentos, menos ainda.

A esquerda, representada por tantos partidos de ideologias irreais e insanas, dá apenas um tiro no pé. Desconstrói ideias boas, provoca uma ira contra os próprios argumentos, valida as ideias tortas.
Quem, afinal, lhes atribuiu a onipresença, onisciência e onipotência?

A manifestação seria justa e necessária, a arrogância dos esquerdopatas e suas sandices violentas deu a força contrária e necessária para os meliantes que roubam uma nação.

Parcela desconsiderável jogou nossa democracia no lixo.

Queremos nossos direito, lutamos por nossos direitos, mas não desejamos, em momento algum, essa sua companhia, esquerda insana.



quinta-feira, 27 de abril de 2017

PÉROLAS DO FACEBOOK - 27/04



Ivandro Correa Fonseca

É inadmissível aceitar que não exista nenhuma autoridade em campo grande que se posicione publicamente contra o fechamento dos leitos de UTI Neonatal da Maternidade Candido Mariano.
Recebi informações de alguns amigos da saúde que o repasse do governo do estado esta atrasado a 5 meses e os leitos de UTI Neonatal podem ser fechados.
Isso é um absurdo!!! Mais respeito com a vida humana!!
Como um simples cidadão campo-grandense vou protocolar um requerimento no MPE solicitando providências cabíveis.
Jamais permitiremos que os bebezinhos prematuros de campo grande e do interior do estado fiquem desassistido. A minha luta sempre será em defesa da vida.

E no embalo, os comentários:

Jose Luiz Kreutz
No meu entender, nossa administração pública, não está nem ai pra saúde.
O seu único interesse e atender seus patrícios. A saúde ao caos, as crateras cada vez tomando conta das ruas. Mas, as falácias da mídia, iludem os desinformados com realizações da gestão anterior. Tomamos como exemplo o asfaltamento da Rua Brilhante. Fazendo mídia em cima de conquista anterior a esta gestão. Campo Grande, está tomada pelas víboras.

Luiza Caetano Tissiani
Isso é uma vergonha para nós a saúde e educação e segurança está abandonada os nossos políticos ñ estão nem ai.

Marineti Caetano
Olha nossa Cidade está uma calamidade ,eu não quero votar nunca mais em ninguém.

Cadê os conselhos de saúde??
Estadual e Conselho Municipal de Saúde
Existe somente para fazer e organizar palestras e conferências já prontas???



Nesse exato momento, um grupo composto por nada menos que 5 representantes de taxistas e apenas 2 representantes de motoristas de aplicativos decide as regras do decreto que irá regulamentar oficialmente o serviço da UBER e demais serviços de carona paga em Campo Grande. Deram aos lobos a missão de cuidar do galinheiro. É mole?


Rosangela Napoleão
Vi isso no mural de um amigo e acho válido compartilhar:

Quem deseja aderir a greve no dia 28 de abril, mas​ quer agir no limite da legalidade: O HEMOSUL estará aberto e recebendo doações de sangue. Por lei (lei Nº 1.075, de 27/03/1950), todo funcionário tem direito a folga no dia da doação. Basta apresentar o atestado médico. Além de ajudar a salvar vidas, você ainda colabora com a luta por direitos sociais.

Lembrando que o doador deve estar bem alimentado, n deve ter feito uso de álcool nas 24h que precedem a doação, não usar medicação de uso contínuo e pesar mais de 50kg (preferencialmente).