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quinta-feira, 6 de abril de 2017

Existem buracos pela cidade inteira, até entre Seintrha e Agetran

Ontem foi dia… Colocaram uma equipe de tapa buracos em duas pistas da Avenida Calógeras, na altura do Cemitério Santo Antônio, travando o trânsito intenso das 14 horas naquela região – tanto que sobe a avenida quanto o fluxo que desemboca da Rua João Pedro de Souza.
Como opção os motoristas teriam a Avenida Consolação, que passa em frente ao cemitério e permite escapar pela Rua 14 de Julho ou pela Rua 13 de Maio.
Não.
Fecharam a Avenida Consolação sentido Calógeras – 13 de Maio.
Cadê os agentes de trânsito para ordenar o fluxo de veículos na região?
Essa falta de comunicação entre tapa buracos e ordenadores de trânsito só se explica por falha administrativa.

Santa Casa, de Hipercenter à Secos & Mollhados

Hospital Referência em Mato Grosso do Sul a Santa Casa tem atuado como clínica geral.
Após destruída pela invenção da intervenção tripartite sob a qual pesaram diversas denúncias de irregularidades que gerou um rombo na sua contabilidade e, só não houve falência total dos serviços graças ao profissionalismo de seus servidores, fica agora na mira dos políticos querendo explicações da gestão que tem recuperado aquela instituição e permitido excelência de saúde para a população.
No rumo da terceirização da Saúde Pública levada a cabo pelas gestões da área em nível estadual e municipal – falir para justificar – sobra para a Santa Casa o atendimento que não é prestado nas Unidades de Saúde da Capital e na falta de estrutura em saúde do interior.
Basta comparar os serviços e problemas apresentados pelos hospitais sob gestão pública e a Santa Casa que de referência (hipercenter) passa a ser tratada e tendo que trabalhar como pau pra toda obra (Secos & Molhados).
Deputados chegam a tratar a gestão como “chantagista”, mas não cobram do governo que apoiam soluções para a Saúde do Estado. O ponto máximo foi dizer que existem funcionários fantasmas que recebem por plantões que não cumprem. Nessa, o deputado Paulo Siufi deveria ter saído de mansinho da sessão plenária, mas não, chegou a declarar “que o grupo de trabalho tomará providências e também acionará o Conselho Regional de Medicina (CRM-MS) para apurar possíveis irregularidades nos plantões médicos” (???).
Loester Nunes que é da área e nunca foi fantasma, falou com propriedade em defesa da administração de Esacheu Nascimento.

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Vereador propõe Hospital Municipal para quem não consegue administrar as UPAs

De boas intenções o Inferno está cheio. Propor, como fez o vereador Ademir Santana (PDT) a criação de um Hospital Municipal que viria a desafogar a Santa Casa é louvável, mas incorre no equívoco de todos os novatos, ainda que lhes preencha o currículo para as próximas eleições.

Para o vereador, a presença do presidente da Santa Casa de Campo Grande, Esacheu Nascimento, revelou o quanto é importante o poder público municipal planejar ações que ajudem a instituição a sair da crise atual e permanecer oferecendo bons serviços de saúde à população. E foi assertivo quando declarou que “o mais importante é que há uma crise profunda no que diz respeito ao atendimento das demandas vindas do interior do MS e até de outros estados”.
Em relação à permanente crise financeira da Santa Casa, enfatiza que é urgente que novas ideias e planos alternativos ajudem a desafogar a instituição, e é necessário urgente na construção do hospital municipal.
“Eu entendo que o investimento seja alto, mas a longo prazo trará enorme economia para o município, além de fazer com que a Santa Casa melhore sua prestação de serviço, já que uma obra dessa ordem evitaria a superlotação e o atendimento precário”, disse.
Definir que a antiga rodoviária, boa parte dela área pública, poderia ser utilizada para o estabelecimento desse hospital é desconhecer a arquitetura necessária para a instalação de prédios que cuidem da saúde.

Nas boas intenções demonstradas lembrou o tempo que o Hospital do Trauma aguarda para ser concluído, 20 anos, mas esbarrou no fato que empresas privadas investem alto em construções de hospitais declinando a análise de que saúde privada dá lucro, e muito, porque a gestão pública não atende o que lhe é obrigação constitucional.
“Sei que as coisas não acontecem de uma hora para outra. ... Vou buscar técnicos que ajudem a elaborar o plano, vou buscar recursos. Quero convencer o poder executivo da capital de que o hospital municipal é uma saída segura e permanente para a saúde pública de Campo Grande”, ponderou.
Talvez, na função de vereador, devesse questionar, acompanhar e se mobilizar para que o gestor da Capital consiga resolver os problemas de desabastecimento de insumos e medicamentos das Unidades de Saúde, impedisse o fechamento do Hospital da Mulher no Bairro Moreninhas, definisse um plano de cargos e carreiras para os servidores da saúde e por ai afora.
A intenção é melhor que boa, é ótima, no entanto beira à utopia.


Com informações da Assessoria de Comunicação do Vereador

Demissão em massa de jornalistas de Campo Grande/MS

Demissão em massa de jornalistas faz lembrar antigo Ditado:

Quem não tem competência, não se estabelece.

E a turma pode sair cantando antigo sucesso:

Tantas você fez (negócios-?)
Que ela cansou (classe política)
E resolveu mudar (secou seu financiamento)
Só porque você, rapaz
Abusou da regra três
Onde menos, vale mais...

terça-feira, 4 de abril de 2017

Tá armado o circo da saúde em Campo Grande

Desabafo nas Redes Sociais:
A saúde pública de Campo Grande está em direção ao caos. Pra piorar, muito decepcionante o o prefeito atacando os médicos como responsáveis. Fácil né!?
O resultado no mesmo dia apareceu; uma colega médica foi agredida com direito a arranhão no rosto.
Não entendo qual a dificuldade da administração e de boa parte da população entender, que os poucos médicos que permanecem na prefeitura, estão sobrecarregados. É só fazer as contas, quantos pacientes por dia entram nas unidades de pronto atendimento, e quantos profissionais estão ali.
É humanamente impossível dar conta da demanda em alguns dias. Não somos máquinas. Se está demorando é porque algum problema tem. O salário não aumenta, o profissional tem que se sacrificar pra manter uma boa renda (como se fosse crime trabalhar muito pra ganhar mais dinheiro); até um ponto que ele não aguenta, chuta o balde e vai procurar outro emprego.
Ninguém fez juramento que tem que aceitar empregos com péssimas condições de trabalho.
Enquanto o emprego público não for atrativo para os profissionais, simplesmente continuará dessa maneira. Colegas entram na prefeitura sabendo que vão ficar ali provisoriamente. Não veem como um emprego seguro e vantajoso. Some a isso o fato da demora pra resolução de problemas ambulatoriais, o que faz o paciente buscar ajuda imediata nos 24h lotando-os de casos que não deveriam ser resolvidos ali. E pronto!
Tá armado o circo da saúde.
Na minha unidade paciente tem que ir pra fila 2-3h da madrugada pra conseguir atendimento agendado. Isso porque lá estamos atendendo a demanda de várias outras unidades. Aí ainda vão dizer que o problema está nos funcionários da minha unidade por essas filas? Porque na outra unidade não tem médico? Já que o salário é tão bom como gostam de dizer por aí! Porque não tentam esclarecer isso? Mais médicos atendendo nos consultórios, sem filas pelas madrugadas, com certeza significaria menos lotação nas unidades 24h.
A população precisa de médico e não quer ficar 2-3 meses esperando consulta. Com mais agilidade pra realizar exames agendados, mais rapidamente a doença do paciente seria tratada e ele não iria pro 24h pedir socorro. Simples assim. Mas não, a culpa é do médico que está na linha de frente se estapeando com a população, afinal, é ele quem está dando a cara a tapa.

Trabalho 4, competência 0, média 2 – não dá para aprovar

Em época de campanha, prometem Jesus Cristo curando pelo toque, na realidade da administração não se consegue nada.
Não bastassem os problemas na Saúde Pública, a equipe de Marquinhos Trad está mais interessada em fazer marketing – na verdade publicidade barata.
Sem condições mínimas no atendimento à saúde, o prefeito aproveita da vulnerabilidade da população para fazer politicagem do mais baixo nível. Usa de um acidente para ganhar mídia sabendo que, mesmo amparando a vítima ela não teria condições de ser atendida pela falida estrutura de saúde oferecida nesses 3 meses de desencontros de gestão.
Ainda, e mudando o rumo da prosa, as equipes de “tapa buracos” atuam nos mais variados lugares e horários, prejudicando todo o tráfego durante os horários de pico, apenas para mostrar que fazem o serviço.
Ontem (3) fecharam duas pistas da Avenida Manoel da Costa Lima, sentido centro-bairro, em horário de pico m 15 às 18 horas, para a operação Tapa Buracos. Cem metros depois, na mesma avenida, outra interdição de mais duas pistas. Todo mundo viu que o prefeito está fazendo o tapa buracos, porém sem a menor competência administrativa.
HOJE – após as 7 horas da manhã interditaram a avenida Spipe Calarge, próximo à rua Elias Zahran para o mesmo serviço. Todos notaram, mas não conseguiram prosseguir para seus serviços porque, simplesmente, não colocam agentes de trânsito para ordenar o fluxo.
Vovó e Mamãe devem estar aplaudindo o rebento, tão bonitinho… e tão mimadinho. Quem será o próximo ungido da família, o vereador bebezão?

Pesquisa dirigida aponta aprovação de 99% de Marquinhos Trad

Levantamento, sem qualquer ordenação científica, realizada pelo Curtas e, por vezes, Grossas, aponta que o prefeito Marquinhos Trad tem aprovação de 99% entre borracheiros e proprietários de empresas de alinhamento e balanceamento de Campo Grande.
Sem margem de erro estabelecida pelos amadores de pesquisas, os dados apontam que dos 400 consultados, 394 aprovam a administração do atual prefeito e ressaltam que a economia vai bem, para eles.
Apenas 4 dos profissionais das áreas consultados, que sofreram acidentes nos buracos da Capital, desaprovam o governo municipal e o estado em que estão nossas vias.
Nova pesquisa a ser realizada
A próxima pesquisa – sem nenhum caráter científico – a ser realizada vai buscar determinar o grau de conhecimento da população a respeito do trabalho dos deputados estaduais de Mato Grosso do Sul.
A demora para a elaboração se deve à dificuldade de apresentação dos nomes dos legisladores, totalmente desconhecida pela população.
Parte dela diz que votou naquele moço(a) que esteve em sua casa durante a campanha, e falou tão bonito que a gente votou.
Outra parte diz por quais motivo$ votou, mas isso a gente não pode falar, sob o risco de processo.

A volta dos que ainda nem foram de vez

A corrida por indicação partidária, mesmo pelos que já “penduraram as chuteiras”, parece mais um passaporte para o “imexível” Fórum Privilegiado e menos a dedicação de nossos homens públicos pelo bem da humanidade.

Agora a questão reside em acomodar tantos nomes, tantas tendências, tantos partidos. Inimigos figadais se abraçam e beijam.

E a população? Escolher quem?

Se a tendência de rejeição aos políticos, pela população, se confirmar, nomes que têm alta rejeição da classe política, devem surpreender. Não é novidade, e quem pode desbancar muita pretensão, é nome conhecido e que deve dar a volta por cima. Ai sim, será a pá de cal.

Os esquecidos

Quatro anos entre o início e o final de mandato. Discussões sobre o sexo dos anjos. Pouco trabalho e uma incessante necessidade de aparecer na mídia – sem mostrar o porquê.

Não há retrato mais fiel dos trabalhos da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (e tantos outros estados).

Se botar para bater e depois coar é o suco da inutilidade pública.


A galera não ajuda. Discutem, discutem e nada. Cadê projetos? Por que só amém ao governador? Isso não é ajudar um governo com tantos problemas para resolver em época de crise econômica e institucional.

Terceirizar, a grande saída para a incompetência e grande lucro para o gestor

Quando se coloca a saúde no estágio em que ela se encontra em Campo Grande, cancelando (ou aniquilando) projetos que apresentavam resultados e tinham o apoio da população; desabastece as unidades até mesmo de álcool para higienização; reduz o valor ou simplesmente cancela os plantões; desestrutura toda uma ação de combate ao Aedes aegypti e outros vetores jogando para o período de chuvas do final do ano o risco—para a população—de outra epidemia...
Quando se coloca como secretária de município alguém não afeita à área e com administrações anteriores reprovadas...

Quando se desleixa o cuidado com áreas públicas e cemitérios...

Quando se discute o que já havia sido definido de aporte aos hospitais públicos...

Quando não se consegue cumprir promessas de campanha que se afundaram nas crateras das ruas e avenidas...

Quando se deixa à mingua a população desassistida por falta de investimentos na Assistência Social...
Indica claramente que:

Ou não se tem competência para gerir, ou se busca desesperadamente a terceirização que, entre tantas vantagens para os incompetentes ainda mantém o caixa dois para as próximas campanhas, ou para proveito próprio.


Nosso pirão tá garantido, mesmo que falte farinha

Momento de calmaria na Câmara Municipal de Campo Grande após três meses de governo Marquinhos Trad, que iria governar independente de sua família, mas trouxe secretário indicado e comandado pelo seu irmão ex-prefeito Nelsinho e contratou os funcionários do escritório de seu outro irmãos, Fábio, ex-deputado federal.

Motivos:

1—a morosidade da Justiça em tocar à frente a Operação Coffee Break e a morosidade do Conselho Nacional de Justiça em acompanhar essa morosidade;

2—Caso alguma coisa aconteça fora da linha regular estabelecida pelos mandatários da política em Mato Grosso do Sul e ainda que percam seus mandatos afastados por decisão judicial sempre poderão contar com uma assessoria de R$ 11 mil no executivo.

E assim se constituirá a republiqueta dos consumidores de bananas ex-vereadores a fazer companhia aos ilustres e competentes Chocolate e Curinga.

Enquanto isso, Saúde em Caos, Assistente Social comandando (não vou rir) a Educação, auditor cuja empresa faz as pesquisas da gestão, e por ai vai...